Artistas

Basicamente, a Quiquiho foi concebida para realizar shows do músico, cantor e  compositor Geraldo Espíndola. Mas outros artistas, todos de renome nacional, não só na música, tiveram espetáculos e outros eventos produzidos pela empresa, que já possui uma alentada expertise na área.

Sorria meu bem

Geraldo Espíndola

O Pássaro do Pântano

Geraldo Espíndola

Lava de blues com a participação especial de Elza Soares

Toda a família Espíndola e o cantor Zeca Baleiro se juntam para cantar uma das músicas de maior sucesso de Geraldo Espíndola, "Vida Cigana".

Geraldo Espíndola

Geraldo Espíndola, compositor, músico e cantor brasileiro nascido em Mato Grosso do Sul é um dos mais importantes autores da moderna música popular brasileira de Mato Grosso do Sul e do país.

 

Sua carreira musical foi pautada pelos festivais de música, nos quais ganhou prestígio e notoriedade, graças às inspiradas canções com as quais saiu vencedor de alguns deles, tais como “Sorriso”, também a sua primeira gravação em disco, “Fonte da Ilusão” e “Ponha na Sua Cabeça”.

 

Nos 45 anos em que está na estrada, Geraldo Espíndola teve canções gravadas por cantores e músicos de prestígio nacional, como Tetê Espíndola, Alzira Espíndola, Almir Sater, Lecy Brandão, Gilberto Correa, José Augusto, Raça Negra e a dupla João Pedro & Cristiano. Geraldo também gravou em produções de Tetê Espíndola, Alzira Espíndola, Almir Sater, Maria Cláudia & Marcos Mendes, João Fígar, Jerry Espíndola, Arara Rara e Maria Alice. Neste período, ele também gravou três álbuns, sendo dois lps e um cd.

 

Seus dois trabalhos mais recentes, os cds “Prá Depois” e “Pássaro do Pântano” trazem retrospectivas de sua carreira, contendo desde algumas das suas primeiras composições até trabalho mais recente. Em “Pássaro do Pântano” repagina algumas das de suas composições e apresenta outras inéditas com uma levada de blues, mas com elementos típicos do Centro Oeste.

 

Diversas vezes premiado, com em 1967 no Festival de Música de Campo Grande; 1986, vencedor do Premio Fiat Nacional, Geraldo Espíndola tem ainda, além de toda a sua inserção nacional, uma carreira internacional deprestígio,  com espetáculos e concertos realizados no Teatro do  Centro Cultural  de Assunción, Paraguai; em 1991 no Teatro Municipal “Alberto Saavedra Perez”, em La Paz, Bolívia; 2005, turnê na costa oeste da França, Université Paris 1, Sorbonne, Paris; turnê na Tunísia (Tunis, Sousse, Sfax, Nabeul, Kairouan,  Hammamet), além de shows recentes na Alemanha, Espanha e França, em 2012.

Discografia

A discografia de Geraldo Espíndola inclui nove albuns gravados durante sua carreira.

:: O Pássaro do Pântano (2014)

:: Pra Depois (2012)

:: Intimidadeacústica (2005)

:: 30 anos nesse mato (2004)

:: Espíndola canta (LuzAzul, 2003)

:: Geraldo Espíndola (LuzAzul, 1990)

:: Pantanal - Alerta Brasil (Reserva Nacional, 1987)

:: Prata da casa (1982)

:: Tetê e o Lirio Selvagem (Phillips, 1978)

Filmografia

Geraldo Espíndola também teve participação no cinema, com trabalhos em três filmes:

:: Inclusão da canção “Cuñataiporã” na trilha sonora do filme “Carmo”, dirigido por Murilo Pasta.

 

:: “ Vida Cigana” no score musical do filme “Bruna Surfistinha”, realizado por Marcus Baldini.

 

:: Participação especial como ator no filme “Cabeça a Premio”, do diretor Marco Ricca.

 

Portal Correio do Estado entrevista o músico sul-matogrossense Geraldo Espíndola como Personalidade da Semana. Geraldo fala de "Vida Cigana" no filme Bruna Surfistinha.

Filipe Catto

Jovem, Filipe Catto, é conhecido pela interpretação visceral que impacta o público tanto em suas apresentações ao vivo quanto nas gravações de estúdio. O tom dramático e passional da poesia e da música de suas canções e interpretações já se tornaram a assinatura musical de uma das mais interessantes revelações da MPB. Entre ritmos latinos, samba e a MPB, Filipe Catto revela o amor, tema frequente em seus poemas e na sua música, mesclando entrega, romantismo e o exagero provocado por um sentimento que quer explodir pela voz quase feminina.

 

Apesar de nascido em Lajeado, cresceu e foi criado na capital gaúcha Porto Alegre. Ainda menino, cantava em bailes e festas com o pai e, numa de suas primeiras experiências, enfrentou uma plateia de três mil pessoas. Na adolescência, participou de algumas bandas com influências de rock. Em 2006 iniciou sua carreira solo e começou a se apresentar em bares e divulgar seu trabalho pela internet. Em 2008 montou com o diretor João Pedro Madureira o show "Ouro e Pétala", composto de voz, violão e palmas e se apresentou em teatros. Quando se viu pronto, lançou pela internet o EP "Saga" em 2009 para download gratuito, o que marcou o início sua carreira profissional.

 

Formou-se em design pela ESPM-Sul. Em 2010 mudou-se para São Paulo e seu trabalho começou a ganhar mais visibilidade. Em 2011 a música "Saga" entrou para a trilha sonora da novela Cordel Encantado. Filipe Catto assinou contrato com a gravadora Universal Music e gravou o seu primeiro álbum: "Fôlego". Em novembro de 2011 estreou a turnê "Fôlego" no Theatro São Pedro (Porto Alegre). Dois dias antes do lançamento do seu segundo álbum, Catto se apresentou com a Orquestra Sinfônica e o Coro Lírico de Minas Gerais no Palácio das Artes em Belo Horizonte, onde foram executadas suas próprias músicas com arranjos compostos especialmente para essa apresentação. No dia 8 de setembro de 2015, foi lançado Tomada, seu segundo álbum de estúdio de forma independente pela Agência de Música e distribuído pela Radar Records.

 

Em 2015, participou da canção "Trono de Estudar", composta por Dani Black em apoio aos estudantes que se articularam contra o projeto de reorganização escolar do governo estadual de São Paulo. A faixa teve a participação de outros 17 artistas brasileiros: Chico Buarque, Arnaldo Antunes (ex-Titãs), Tiê, Dado Villa-Lobos (Legião Urbana), Paulo Miklos (Titãs), Tiago Iorc, Lucas Silveira (Fresno), Zélia Duncan, Pedro Luís (Pedro Luís & A Parede), Fernando Anitelli (O Teatro Mágico), André Whoong, Lucas Santtana, Miranda Kassin, Tetê Espíndola, Helio Flanders (Vanguart), Felipe Roseno e Xuxa Levy.

 

Marcelo Loureiro

Nascido no Rio de Janeiro em 23 de março de 1979, Marcelo Loureiro mudou-se

para Guia Lopes da Laguna (MS), cidade próxima da fronteira com o Paraguai, onde 

sofreu influência dos diversos ritmos da região. Em 1996, mudou-se para Campo 

Grande para estudar e começou a se aperfeiçoar na técnica do violão. Teve aulas de teoria musical com o professor José Maciel, solista da orquestra de violões.

 

Seu primeiro influenciador foi o avô materno. Por causa dele, começou a tocar violão sozinho aos 12 anos de idade. Aos 13, deu início aos estudos de violão com o professor Djalma Corrêa, que logo percebeu seu talento. A partir de 1997 iniciou-se no violão clássico e o flamenco com o professor Cristiano Kotlinski. Nesse mesmo ano, foi para o Rio de Janeiro e participou de um workshop com o professor do conservatório de música do estado do Rio de Janeiro, Wagner Meireles.

 

Entre outras participações em eventos, fez uma apresentação no Festival Del Chamamé em Corrientes, na Argentina. Foi a largada para seu desenvolvimento como artista. No ano de 2006, foi convidado a se apresentar da BTL (Bolsa de Turismo de Lisboa) e do Projeto Pixinguinha, com apresentações em capitais do país.

 

Loureiro conquistou um público fiel e se posiciona entre os grandes músicos do Brasil, porque encanta e arrebata a admiração das platéias com seu singular talento.

 

Luzeiro composição de Almir Sater com Marcelo Loureiro

VOA VIOLA 2a. Edição - Show Rio de Janeiro em 14/06/2012. 

Mercedita com Marcelo Loureiro

Cida Moreira

Atriz, pianista e cantora, Cida Moreira tem na música sua expressão primordial. Todo seu trabalho artístico, seja no teatro e no cinema, é permeado por sua atuação musical. Com uma carreira multifacetada que chega aos 35 anos em 2015, desenvolveu um estilo único, o que a coloca como uma artista singular.

 

Em seu extenso currículo artístico há dez discos, onze filmes, quatro minisséries de tv, três telenovelas, incontáveis direções musicais em teatro e três direções gerais; além de gerir e direcionar todo o seu trabalho musical, em concertos e shows. 

 

Trabalhou com grandes diretores, atores e cantores. Em 2008 fez uma turnê nacional com o espetáculo de lançamento do cd em homenagem aos 100 anos de 

Cartola, intitulado “Angenor” e é convidada para apresentar o espetáculo no encerramento do 15º Porto Alegre em Cena.

 

Em 2009 continua em turnê com “Angenor” e com o show “Canções para Cortar os Pulsos”, em que Cida canta Tom Waits e estréia em dezembro o espetáculo “Cabarecht”, recital de canções de Bertolt Brecht e Kurt Weill com direção de 

Humberto Vieira. 2010 é o ano da gravação de seu novo cd, “A Dama Indigna”, 

registro do show de piano e voz que foi lançado em janeiro de 2011. Estrela o 

filme “O Que Se Move”, de Caetano Gottardo, pelo qual foi indicada ao prêmio de 

melhor atriz do Festival de Cinema de Gramado em 2012.

 

Também em 2012 lançou o dvd que registra seu espetáculo “A Dama Indigna” e retornou aos palcos com o lendário espetáculo “Ornitorrinco Canta Brecht e Weill” 

trinta anos após sua estréia. No final do ano estreou “Canções Fatais”, um show 

inspirado no universo de Vicente Celestino em parceria com o pianista e cantor João Leopoldo.

 

Em janeiro de 2013, iniciou a carreira de “Eviscerados”,  sem dar trégua à sua personalidade artística. Sempre a serviço da arte.

Arrigo Barnabé

Compositor, músico, cantor e ator, Arrigo Barnabé nasceu em Londrina, norte do 

Paraná, em 14 de setembro de 1951. Seu primeiro disco, “Clara Crocodilo”, de 

1980, foi recebido pela mídia como a maior novidade na música brasileira desde a 

Tropicália e logo foi reconhecido pelo público . Em suas composições, Barnabé 

funde elementos da música erudita do século 20 com letras ferinas sobre a vida 

nas grandes metrópoles, além de utilizar compassos dodecafônicos, tudo aliado a

uma prosódia muito próxima da fala urbana de seu tempo.

 

A música de Arrigo Barnabé e sua banda Sabor de Veneno está muito ligada a outros artistas, como Itamar Assumpção (e a banda Isca de Polícia), e grupos como Rumo, Premeditando o Breque e Língua de Trapo. Esses artistas e grupos estavam insertos num contexto que acabou conhecido como Vanguarda Paulista. Além das canções do disco "Clara Crocodilo", outras canções, como "Uga Uga" —hit dos anos 1980 com participação de Eliete Negreiros e Vânia Bastos nos vocais— foram grandes sucessos à época.

 

Arrigo Barnabé escreveu muitas composições para trilhas sonoras de filmes brasileiros e a faixa-título de seu álbum "Tubarões Voadores" é baseada em uma história em quadrinhos de Luiz Gê. Atualmente apresenta um programa de rádio na Rádio Cultura de São Paulo: o Supertônica.

 

Já atuou como ator em telenovela “Direito de Amar” (1987, Globo), ao lado do amigo Tim Rescala, numa participação especial, quase nos últimos capítulos. Ocantor foi também citado na música "Língua", de Caetano Veloso, e "Eu Quero Saber Quem Matou", de Rogério Skylab.

 

Discografia 

 

2007 - Missa In Memoriam Itamar Assumpção

2004 - Missa In Memoriam Arthur Bispo do Rosário

2004 - Coletânea 25 Anos de Clara Crocodilo (inclui: Clara Crocodilo, Tubarões Voadores, Gigante Negão, A Saga De Clara Crocodilo e Uma Suíte A Quatro Mãos)

1999 - A Saga de Clara Crocodilo

1998 - Gigante Negão

1997 - Ed Mort (trilha sonora)

1992 - Façanhas

1987 - Suspeito

1986 - Cidade Oculta (trilha sonora)

1984 - Tubarões Voadores

1980 - Clara Crocodilo

 

Filmografia

 

2012 - Luz nas Trevas

2002 - Desmundo

1987 - Anjos Da Noite

1986 - Nem Tudo É Verdade

1986 - Cidade Oculta

1981 - O Olho Mágico Do Amor

Arrigo Barnabé fala como teve a ideia de fazer um show em homenagem a Lupicínio Rodrigues e interpreta ''Vingança''. Show Caixa de Ódio.